23 de janeiro de 2019

Proposta de Estudo de Viabilidade da Criação de Museu Amazônico em Santarém


Autor: Sebastiao Imbiriba*, Rio de Janeiro, janeiro de 2019
simbiriba@gmail.com – (21) 97435-5370
*Membro correspondente do IHGTap
Objetivo Principal do Estudo: Verificar a viabilidade social, operacional e econômica de criação de um Museu que reúna, em lugar centralizador, adequado à finalidade e seguro, acervos a serem criados ou já existentes, como o de extinto “Museu do Índio” de Alter do Chão, da coleção Ubirajara Bentes, possivelmente, incorporando acervos do Centro Cultural João Fona, do Museu Sacro, e outros inclusive de coleções particulares.
Objetivo Secundário: Avaliar a viabilidade de o IHGTap (Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós) e a ALAS (Academia de Letras e Artes de Santarém) terem sedes fixas em dependências ou anexos do Museu.
Missão do Museu: Proporcionar ao público regional, ao mundo acadêmico e aos turistas um panorama histórico, arqueológico, antropológico, biológico, geográfico e mineralógico da Amazônia e, em particular, do Pará d’Oeste. Servir como elemento de representação cultural de todos os municípios do Pará d’Oeste.
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Economia e Finanças: Proceder a análise de mercado, incluindo clientes potenciais, preços, público não pagante, fornecedores de acervo, para avaliar o potencial de bilheteria dos turistas que aportam em Santarém em navios turísticos, que provavelmente serão a base de sustentação financeira do Museu, juntamente com outras fontes de renda, consolidados em planos de marketing e financeiro (com cash-flow), bem como fontes de financiamento da localização (construção ou compra) e da formação do acervo do Museu.
Localização: Avaliar a localização mais adequada em função dos objetivos do Museu e das fontes e montantes de financiamento da localização e da formação do acervo do Museu.
Organograma: Definir as funções operativas do Museu, com ênfase no tripé: Administração (desenvolvimento, finanças, “compliance”), Acervo (aquisição, manutenção e segurança) e Marketing (atração de público pagante, cursos, eventos). Definir o corpo funcional e perfil dos administradores e do pessoal operacional.
Forma Jurídica: Avaliar vantagens e desvantagens das diversas formas jurídicas da instituição do Museu.
Liderança do Estudo: O Estudo requer liderança dinâmica e algum recurso financeiro para pequenas despesas, uma vez que o trabalho será multidisciplinar e deverá ser voluntário, realizado especialmente por cursos universitários de Museologia, Administração, Turismo e Direito. O Líder deverá mobilizar a sociedade e os setores realizadores do estudo.
Importância do Museu: O Museu, por sua estrutura, segurança e atividades acadêmicas deverá, rapidamente (em poucos anos) adquirir reputação científica e institucional, capaz de sensibilizar o Museu Goeldi, o Museu do Estado do Pará, o Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo e outras instituições e particulares a cederam pelo menos algumas das peças originais do Pará d’Oeste. Será também um centro de integração cultural de todo o Pará d’Oeste, além de se constituir em importante atrativo turístico.
O Autor convida voluntário competente e de iniciativa a assumir a liderança deste projeto.

9 de janeiro de 2019

Ascensão e queda do Lula-petismo, aurora do Liberalismo


No princípio, um torneiro mecânico perdeu o dedo mindinho num acidente de trabalho e iniciou carreira sindical que o conduziu à formação do Partido dos Trabalhadores e à presidência da República Federativa do Brasil, após mudar seu discurso programático para conquistar confiança de eleitores suspeitosos.
Ia tudo muito bem enquanto a China se desenvolvia à taxa de dez por cento ao ano e comprava tudo o que o Brasil tinha para exportar e o ministro Palocci seguia à risca a cartilha fiscal do Pedro Malan. Mas quando a China diminuiu as compras e o Palocci meteu os pés pelas mãos e teve que deixar o barco, uma série de tempestades escureceu o céu de brigadeiro em que o governo Lula voara tranquilo.
As receitas diminuíram, as despesas aumentaram, Mantega, o novo ministro da Fazenda, lançou sua “Nova Matriz Econômica” que substituiu a cartilha do Malan; Roberto Jefferson botou a boca no trombone e denunciou o “mensalão”; Marcos Valério entregou a bandalheira toda.
Lula foi reeleito, mas seus métodos de gangsterismo  sindical, denunciados pela CPI dos Correios, se revelaram ser prática política quotidiana que explodiu no “petrólão”.
A Deputada Mara Gabrilli, agora eleita senadora por São Paulo, em depoimentos candentes, denunciou os métodos criminosos de Lula desde os tempos de sindicalista, que se desenvolveram no Partido dos Trabalhadores e se alastraram pelas prefeituras petistas em todo o país, abrindo-se como chagas expostas no assassinato de Celso Daniel.

Apesar de desmoralizado, Lula elegeu um poste, para esquentar pelos quatro anos seguintes, sua volta à presidência. Dilma deveria se retirar em 2014. Foi o maior erro político de Lula. Dilma se apegou às glórias da presidência, onde aplicou integralmente toda sua absoluta incompetência, estraçalhou as chuteiras que Lula lhe emprestara e se aferrou aos trapos restantes obrigando Lula a lhe dar mais quatro anos.
O estrago produzido pelos crimes de Lula e do PT, e a extraordinária disfunção de Dilma revelou-se em diversos cenários. A recessão e o desemprego assolaram o país; a sociedade não aturava mais governo do PT; Dilma perdeu todo o apoio político comprado pela corrupção generalizada de partidos venais, agora interessados em administrar diretamente o caixa da corrupção, sem intermediação dos tesoureiros do PT. O impeachment se tornou inevitável.
Começou o julgamento de Lula por seus atos de corrupção e este, finalmente, foi condenado. Enquanto isso, Temer, feito vice-presidente por Lula e agora presidente, se encarregava de desmoralizar a si próprio por excesso de soberba.
Foi então que um capitão reformado, eleito e reeleito sucessivamente, sempre com maiores votações, embora sem o mínimo prestígio nas elites políticas, se lançou a uma impossível campanha pela presidência, em cujo sucesso nem ele mesmo acreditava.
Todos os caciques políticos, de FHC a Lula, todos os jornalistas, e todos os analistas políticos afirmavam categoricamente que Bolsonaro não se elegeria por lhe faltar apoio de partidos com capilaridade e cobertura nacional e por ser profundamente rejeitado por todos os formadores de opinião da imprensa e da TV. Bolsonaro era simplesmente odiado pelos estamentos político e midiático.
Por mais incrível que possa parecer, a maioria silenciosa da classe média, homens e mulheres comuns, interpretando o sentimento de repulsa ao PT, a Dilma e a Lula, começou a se manifestar espontaneamente pela mídia social, alastrando o incêndio que calcinou Lula, Dilma e o PT.
O novo poste de Lula, o “Andrade” (Haddad), foi torrado junto com a repulsa geral ao PT. É difícil estimar as parcelas de eleitorado que votaram em Bolsonaro por simpatia a ele ou, simplesmente, por ele representar repulsa ao Lula-petismo. Poderia ser algo em torno de meio a meio. Ou seja, não foi Bolsonaro que venceu, Lula é que foi derrotado.
O Brasil chega, por fim, ao ocaso da era Lula-petista. Prova disto é a colocação de Dilma em quarto lugar para o Senado, com apena 15 % dos votos, em Minhas Gerais. É possível que o PT possa se reerguer dessa queda abissal, mas outros processos em andamento podem estender o tempo de reclusão de Lula e a desmoralização do Lula-petismo prosseguirá ao longo do tempo com a maioria da população se convencendo, finalmente, dos crimes cometidos pelo partido e por seu líder máximo. É claro que o Lula-petismo não desaparecerá, sempre haverá seguidores fieis. Também, será muito difícil que o PT faça uma verdadeira autocrítica, reconhecendo seus crimes, que na realidade foram crimes de Lula. É provável que o PT se torne um partido de porte mediano sempre na oposição a qualquer governo que venha a suceder ao de Bolsonaro.
Devemos reconhecer que Bolsonaro, como a maioria dos militares, tenha sido tão estatizante quanto o foram os generais-presidentes do Regime Militar, e que seu liberalismo econômico seja muito recente. Entretanto, sua plataforma eleitoral foi liberal, seu programa de governo é liberal e seu Ministro da Economia é um “Chicago Boy”, discípulo de Milton Friedman.
Jamais o Brasil teve um governo Liberal. Obviamente que não durante a Colônia, nem durante o Império ou na Primeira República, muito menos na Ditadura Vargas ou na Segunda República, nem no Regime Militar e também não na Nova República. Todos os governos prooveram forte influência do Estado na economia, sempre aumentando a participação das despesas de governo no PIB, ao ponto em que chegamos a déficits gigantescos e astronômico aumento da dívida pública federal, com estados e municípios à míngua, sem capacidade de, ao mens, pagar salários a seus funcionários.
Bolsonaro chega com uma nova proposta de diminuição da interferência do Estado na economia, de diminuição de despesas e de impostos, bem como de redistribuição das receitas fiscais ente a União, Estados e Municípios, diminuindo a parcela do governo federal, e chamando o Congresso a reassumir seu papel original de controle dos impostos e das despesas estatais.
A economia capitalista é cíclica e, mais cedo ou mais tarde, alterna fases de prosperidade com estagnação ou recessão. Portanto, se o governo destruir os fatores de déficit e endividamento público, por si só, o mercado encontrará caminhos de nova afluência de bens, serviços e empregos, sendo de se esperar que até o terceiro trimestre de 2019 a economia nacional esteja em franca recuperação criando riqueza, renda e arrecadação.
Quanto mais bem-sucedido seja o governo Bolsonaro, maior será o ostracismo do Lula-petismo e, também maior a probabilidade de Bolsonaro ser sucedido por um de seus principais ministros, principalmente se o esforço de controlar e diminuir a bandidagem trouxer tranquilidade e paz à sociedade brasileira.
Bolsonaro é administrador inexperiente e tem muito a aprender. Esperemos que seus ministros mais próximos, principalmente os militares com extensa bagagem de liderança e disciplina rigorosa possam ajuda-lo a vencer a fase inicial de seu aprendizado, até que possa caminhar sozinho pelos meandros da presidência da república. No entanto, se considerarmos os últimos presidentes que tivemos, nenhum deles, exceto Dilma, tinha experiência de governo anterior, embora todos, exceto Dilma, fossem proficientes no papel de líderes.
O ocaso se abateu sobre uma era política, comandada pelo Lula-petismo, na qual se cometeram erros e crimes que empobreceram e envergonharam o país.
Radiante aurora se ergue para a primeira experiência de liberalismo econômico na história política brasileira. Esperemos que as promessas desta nova experiência se tornem realidade.

5 de janeiro de 2019

TRADIÇÃO

Não somente eu, mas o Mundo todo segue tradições que fazem parte da cultura dos povos.
Em muitos lugares, no primeiro segundo de um novo ano explodem-se fogos de artifício e as famílias brindam e trocam votos de felicidades. Tradição
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No dia seguinte ao dos Reis Magos, as famílias desmancham presépios e árvores de Natal armados desde o início de dezembro. Tradição.
Durante o resto do ano várias datas comemorativas são festejadas pelas famílias, pelo público em geral a até pelo governo. São tantas que se torna difícil enumerá-las. Tradição.
Em muitas famílias, a minha inclusive, é costume os jovens pedirem a benção aos mais velhos beijando-lhes as mãos, sempre com a resposta de “Deus te abençoe”, mesmo no caso de um agnóstico, como eu, em sinal de respeito pela crença alheia. Povo civilizado não apenas respeita, como demonstra esse respeito a seus idosos e seus mestres. Tradição.
E, na grande maioria das famílias brasileiras, onde não há confusão e menino é menino e menina é menina, menino veste azul e menina veste rosa, assim como os mais diversos estampados com motivos apropriados ao sexo. Tradição.
Tradição e cultura se confundem e um povo que perde suas tradições é um povo sem cultura própria. Um mínimo de respeito às tradições familiares e populares é imprescindível à harmonia da sociedade e ao conceito de pátria.


3 de janeiro de 2019

"O fim do torpor", editorial do Estadão 31/08/2016

O impeachment da presidente Dilma Rousseff será visto como o ponto final de um período iniciado com a chegada ao poder de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, em que a consciência crítica da Nação ficou anestesiada. A partir de agora, será preciso entender como foi possível que tantos tenham se deixado enganar por um político que jamais se preocupou senão consigo mesmo, com sua imagem e com seu projeto de poder; por um demagogo que explorou de forma inescrupulosa a imensa pobreza nacional para se colocar moralmente acima das instituições republicanas; por um líder cuja aversão à democracia implodiu seu próprio partido, transformando-o em sinônimo de corrupção e de inépcia. De alguém, enfim, cuja arrogância chegou a ponto de humilhar os brasileiros honestos, elegendo o que ele mesmo chamava de “postes” – nulidades políticas e administrativas que ele alçava aos mais altos cargos eletivos apenas para demonstrar o tamanho, e a estupidez, de seu carisma.
Muito antes de Dilma ser apeada da Presidência já estava claro o mal que o lulopetismo causou ao País. Com exceção dos que ou perderam a capacidade de pensar ou tinham alguma boquinha estatal, os cidadãos reservaram ao PT e a Lula o mais profundo desprezo e indignação. Mas o fato é que a maioria dos brasileiros passou uma década a acreditar nas lorotas que o ex-metalúrgico contou para os eleitores daqui. Fomos acompanhados por incautos no exterior.
Raros foram os que se deram conta de seus planos para sequestrar a democracia e desmoralizar o debate político, bem ao estilo do gangsterismo sindical que ele tão bem representa. Lula construiu meticulosamente a fraude segundo a qual seu partido tinha vindo à luz para moralizar os costumes políticos e liderar uma revolução social contra a miséria no País.
Quando o ex-retirante nordestino chegou ao poder, criou-se uma atmosfera de otimismo no País. Lá estava um autêntico representante da classe trabalhadora, um político capaz de falar e entender a linguagem popular e, portanto, de interpretar as verdadeiras aspirações da gente simples. Lula alimentava a fábula de que era a encarnação do próprio povo, e sua vontade seria a vontade das massas.
O mundo estendeu um tapete vermelho para Lula. Era o homem que garantia ter encontrado a fórmula mágica para acabar com a fome no Brasil e, por que não?, no mundo: bastava, como ele mesmo dizia, ter “vontade política”. Simples assim. Nem o fracasso de seu programa Fome Zero nem as óbvias limitações do Bolsa Família arranharam o mito. Em cada viagem ao exterior, o chefão petista foi recebido como grande líder do mundo emergente, mesmo que seus grandiosos projetos fossem apenas expressão de megalomania, mesmo que os sintomas da corrupção endêmica de seu governo já estivessem suficientemente claros, mesmo diante da retórica debochada que menosprezava qualquer manifestação de oposição. Embalados pela onda de simpatia internacional, seus acólitos chegaram a lançar seu nome para o Nobel da Paz e para a Secretaria-Geral da ONU.
Nunca antes na história deste país um charlatão foi tão longe. Quando tinha influência real e podia liderar a tão desejada mudança de paradigma na política e na administração pública, preferiu os truques populistas. Enquanto isso, seus comparsas tentavam reduzir o Congresso a um mero puxadinho do gabinete presidencial, por meio da cooptação de parlamentares, convidados a participar do assalto aos cofres de estatais. A intenção era óbvia: deixar o caminho livre para a perpetuação do PT no poder.
O processo de destruição da democracia foi interrompido por um erro de Lula: julgando-se um kingmaker, escolheu a desconhecida Dilma Rousseff para suceder-lhe na Presidência e esquentar o lugar para sua volta triunfal quatro anos depois. Pois Dilma não apenas contrariou seu criador, ao insistir em concorrer à reeleição, como o enterrou de vez, ao provar-se a maior incompetente que já passou pelo Palácio do Planalto.
Assim, embora a história já tenha reservado a Dilma um lugar de destaque por ser a responsável pela mais profunda crise econômica que este país já enfrentou, será justo lembrar dela no futuro porque, com seu fracasso retumbante, ajudou a desmascarar Lula e o PT. Eis seu grande legado, pelo qual todo brasileiro de bem será eternamente grato.

27 de dezembro de 2018

MUSEU DO ÍNDIO - Um projeto para o IHGTap em 2019


Juntamente com meus votos de boas Festas e feliz ano novo, proponho aos confrades do IHGTap a formação de uma comissão encarregada de elaborar estudo de viabilidade econômica do Museu do Índio sediado em Santarém ou Alter do Chão e de propriedade do IHGTap, em terreno a ser doado pela Prefeitura Municipal de Santarém e construção financiada por empresários interessados em recuperar o investimento pela renda do funcionamento do Museu e ter os nomes em destaque como benfeitores do Museu.
O fundamento econômico do empreendimento é o potencial de renda do movimento de turistas que aportam em Santarém todos os anos e cujo principal atrativo será o Museu.
Estimativa preliminar de renda de bilheteria, apenas dessa fonte, tomando por base a temporada 2017 a 2018 seria de 40 navios com 30 mil passageiros e 15 mil tripulantes, dos quais cerca de 10 mil seriam visitantes do Museu, gerando receita anual de 100 mil dólares, além da receita da loja de souvenires associada ao Museu e outras rendas a serem propostas no estudo.
Recomendo que o estudo seja elaborado em conjunto com o SEBRAE nos moldes de um plano de negócios, com especial cuidado no cashflow. Igualmente, que se elabore um plano de Marketing e RP para angariar financiadores e convencer os políticos a doarem o terreno.
A sede do Museu passaria a ser também a do IHGTap e outras instituições afins.

27 de novembro de 2018

Uma Missão para as Universidades brasileiras


Universidades brasileiras deveriam ser centros de excelência e eficiência no estudo, na pesquisa e desenvolvimento científico-tecnológico, promovendo saltos da produtividade e melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.
Entrar em tais centros de excelência deveria ser privilégio de alunos altamente qualificados, preparados em escolas de primeiro e segundo graus igualmente excelentes.
Imagem relacionadaTais escolas deveriam ser altamente democráticas, amparando de forma igual e integral todos os alunos, independentemente de suas origens de classe, etnia e sexo, de tal forma que as oportunidades fossem equitativas, direcionando os alunos conforme as respectivas capacitações e proficiências.
Tal sistema pode ser edificado em três frentes:
·        No político, por um Conselho Nacional da Educação com a missão de definir objetivos de longo prazo da nação brasileira a serem perseguidos pelos governos eleitos com recursos humanos e tecnológicos fornecidos pelas universidades;
·         Na educação superior, formando professores dos três níveis, excelentes em suas proficiências, cada universidade seguindo a política respectiva estabelecida pelo Conselho Nacional da Educação em função das especificidades regionais;
·         Na educação inferior, pela disciplina e respeito dos alunos ao professor, educação integral a alunos com pais ignorantes e sem capacitação paterno-maternal, aferição de desempenho ao longo da vida escolar, e encaminhamento profissional conforme as respectivas vocações, habilidades e talentos.